
Pra quem acabou de chegar ao blog ou ao site da 381, pode ficar uma pergunta. Quem são esses caras? Realmente, a agência em si, como uma entidade, empresa ou mesmo a agência de comunicação, ainda não tem muita história. Não há outra forma de começar um projeto do zero se não for assim. Em contrapartida, os profissionais que resolveram fundá-la têm história.
E o motivo deste post é justamente este, mostrar um pouco desta história. Tudo isso começou em 1996, em São Bernardo do Campo, São Paulo, quando resolvi, ao invés de fazer o segundo grau normal, fazer um curso técnico em Publicidade. Logo ao começar consegui um estágio numa agência de médio porte de Saõ Paulo. Lá tive um guru, o diretor de criação Leandro Bustamante. Com muito bom gosto e boa vivência no exterior, ele me fez atentar para os detalhes da publicidade e direção de arte. Acho até que foi isso o que me influenciou para optar pelo curso de Design Gráfico na faculdade. Na agência, que fiquei por quase 1 ano, aprendi tudo sobre pré-produção e produção gráfica, durante os 6 primeiros meses. Logo depois, mais 6 meses na criação. Cheguei a participar de projetos legais para a marca de chocolate Hersheys e para os labortórios ASTA Médica e Lily.
Chegando em Belo Horizonte, já na UEMG, comecei outro estágio. Este bem mais avançado no quesito mão na massa, na Satiz do Brasil, FIAT. Foi um grande aprendizado com ótimos e experientes profissionais. De lá rodei algumas agências de menor porte. Voltei para a Satiz, na unidade Nova Lima. Pude trabalhar com a parte institucional da Fiat. Saindo de lá fui direto para a ADC – Advertising Company, como diretor de arte júnior. Uma agência formada por ex-diretores de criação da LF Mercado. Lá conheci dois amigos que me ajudam até hoje, o suiço Dominique Girardin e o belohorizontino Daniel Arthur. Fiquei quase 1 ano na ADC. Saí de lá e fiquei mais 1 ano na agência web Lazo. Foi na Lazo que ganhei alguns prêmios no Clube de Criação de Minas Gerais, com os clientes Visão Mundial e Banco Rural. Em 2005, com a saída do Dominique, voltei para assumir a direção de criação da ADC. Foram quase 3 anos da minha carreira lá. Trabalhei com muitas prefeituras, em especial a de Itabirito. Clientes como Fundação Mário Penna, Anglo Gold Ashanti, Itambé, RM Sistemas, Massas Vilma, Grupo Unitas, SAAE, Cachaça Seleta, dentre outros. Foi um período de muita responsabilidade. Ganhamos alguns prêmios e destaque na Meio e Mensagem com alguns trabalhos desenvolvidos para Anglo, Prefeituras de Itabirito e Barão de Cocais e Gráfica Label.
Mais uma vez, me senti parado muito tempo no mesmo lugar e resolvi mudar. Fui assumir a direção de criação do departamento de marketing da empresa mineira Michael – Instrumentos Musicais. Tinha tudo a ver comigo. Comunicação e música. Com o gerente de marketing Daniel Soares, que se tornou meu amigo, iniciamos o trabalho de revitalização de toda a comunicação e design da Michael. Desde o design de embalagens, site, parte impressa, digital e da publicidade. Foi um período muito bom e cheio de trabalho mas muito curto. Mal começamos a colher alguns resultados, o fundador da Aliás me convidou para assumir a direção de criação por lá. Fiquei de 2008 à 2009 na Aliás, desenvolvendo bons trabalhos para clientes como Museu Inimá de Paula, Cimento Lafarge, Coca-Cola, Boca do Forno, Grupo Ativas, Usiminas, Ibmec e Unipac. Neste período revitalizamos o site da Aliás e demos uma renovada no portfolio e na cara da agência. No meio de 2009, com a crise que assolava o mundo todo, saí da Aliás. Fui chamado para cobrir férias na 18 Comunicação. Pude desenvolver trabalhos para clientes como Cemig, Vale, FCA, Samarco, Santa Bárbara, Servas, Ale, Flamengo além de outras Prefeituras. Foi neste período especificamente que afinei a conversa com meus futuros sócios para criarmos a 381.
Sempre fui inquieto e achei que poderia fazer mais pelos clientes. Não que as agências pelas quais passei não dessem o seu máximo. Mas sentia que poderia colocar algo mais, principalmente na gerência dos projetos e, consequentemente, em como levar o trabalho com o cliente. Criatividade, ações diferenciadas com menos dinheiro e mais resultado, uso da tecnologia e da força da web. Sempre quis ver em BH, agências com mais cara de agência. Agora posso mostrar isso. Neste post, temos toda a história até aqui. Agora, estamos criando a nossa propria história. História esta que já começou a ser escrita. E você pode nos ajudar a construí-la e a fazer parte dela. Entre em contato conosco.
Para conhecer alguns dos trabalhos citados acima, visite os links abaixo.
http://www.stemamo.com
http://www.behance.net/stemamo/frame
Stefano [stemamo].

[...] em São Paulo e atendendo diversos clientes conhecidos do mercado nacional. Isto me fez criar um post sobre o que já fizemos antes de querer montar a agência. Este tipo de coisa, de ter que mostrar o [...]